Agentes Microbianos de Controle (AMC)
É o nome para os microrganismos (como fungos, vírus ou bactérias) que funcionam como os 'defensores da lavoura'. Eles controlam as pragas e doenças sem agredir a natureza e sem ameaçar a saúde de quem aplica.
Conheça os principais termos para entender, produzir e conversar sobre bioinsumos com mais segurança.
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É o nome para os microrganismos (como fungos, vírus ou bactérias) que funcionam como os 'defensores da lavoura'. Eles controlam as pragas e doenças sem agredir a natureza e sem ameaçar a saúde de quem aplica.
É o biológico que você cultiva e multiplica na sua própria terra, exclusivamente para o manejo das suas plantas. A lei protege esse direito, desde que seja para uso próprio e não para venda.
Produtos à base de agentes microbiológicos usados como uma equipe de limpeza para recuperar solos ou águas que sofreram contaminação. Eles limpam o ambiente de forma natural.
É a 'variedade' ou linhagem específica de um microrganismo. Assim como existem tipos diferentes de milho ou café, diferentes cepas do mesmo fungo podem ter poderes e eficiências diferentes contra as pragas.
O momento em que o fungo 'dá cria' e produz seus esporos (as estruturas que vão atacar as pragas). Na produção, existe o dia exato, geralmente o 7º dia, para abrir o reator e deixar ele terminar esse processo.
É a sua 'semente biológica'. Uma quantidade pura, limpa e garantida do microrganismo bom que você vai usar para começar a sua produção sem nenhuma contaminação.
O ato de colocar a sua 'semente biológica' dentro do saco de arroz, fazendo isso de forma totalmente limpa e isolada para que ela comece a se multiplicar.
O tempo de descanso. É o período em que o reator fica guardado em um lugar com temperatura e luz controladas para o microrganismo crescer e tomar conta de tudo.
A 'comida' do microrganismo que não é líquida. Na produção artesanal, o melhor exemplo é o arroz parboilizado, que serve de cama e alimento para o fungo crescer.
Expressão popular que significa 'produção dentro da fazenda'. É a fabricação de bioinsumos feita na sua propriedade, garantindo independência e cortando custos.
Na grande indústria, é uma máquina enorme. Mas na nossa realidade, o reator é traduzido didaticamente como o próprio saco plástico bem selado onde o microrganismo se multiplica.
O 'banho' de colheita. Um líquido simples feito de água, sal e uma gota de detergente neutro, usado para lavar o arroz colonizado e extrair os microrganismos do grão para a água, deixando-os prontos para o pulverizador.
Os invasores microscópicos, como Salmonella ou o fungo Fusarium, que entram de penetra, roubam o espaço dos microrganismos bons e podem adoecer plantas, animais e pessoas.
Sujeiras que caem no produto por acidente, como cabelo, pedaço de plástico ou poeira. Eles não mudam a biologia, mas podem entupir os bicos do maquinário de aplicação.
Restos de cloro de uma limpeza mal enxaguada ou resíduos de agrotóxicos. Eles são perigosos porque podem matar ou paralisar os microrganismos bons que você tentou cultivar.
São os produtos de limpeza industrial. O alcalino remove a sujeira pesada e gordurosa dos tanques. O ácido remove os minerais e crostas que grudam no metal. Nunca misture os dois, pois eles criam gases tóxicos.
Significa 'Primeiro que Entra, Primeiro que Sai'. É uma regra de ouro para o estoque: usar sempre os insumos e ingredientes mais antigos ou com vencimento mais próximo primeiro, para nada estragar.
A unidade usada para contar os esporos dos fungos, as 'armas' que atacam as pragas. É uma contagem feita em laboratório para saber o poder de fogo do produto.
A medida que mostra quantas estruturas vivas ali dentro são capazes de crescer e formar novas colônias. Para o arroz ter qualidade total, o padrão exigido é atingir cerca de 100 milhões dessas unidades por grama.
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